Terça-feira, Março 30, 2004
Segunda-feira, Fevereiro 09, 2004
Bolshoi - Sunday Morning
Virei a noite, não consegui dormir. Vi tv.. e pensei: que linda se tornou a menina que contracena com Kate Winslet em "Almas Gêmeas"! Fiquei mesmo impressionada.
Pensei em várias outras coisas.. Em como é legal o último clipe do white stripes, com a Kate Moss. Pensei mto sobre o filme "Desejo Você" que passou pela madrugada no telecine. E, veja só.. não me incomodei com a natureza de meus pensamentos! Não me preocupei com absolutamente nada. Desfrutei da liberdade como há tempos não o fazia, por, simplesmente, não ter sido mais realmente livre há tempos. O vestibular é, sem sombra de dúvidas, uma grande porcaria que vc pode optar por enfrentar ou não. Eu tentei aturá-lo, em favor de um bem maior.. E deu certo :) Agora só tenho sentido tranqüilidade, paz.. E hei de aproveitar esse momento de ócio da melhor maneira possível, ou seja, como eu quiser :D
Pela manhã fui à unifor resolver umas coisas. Li enquanto esperava no DAE. "Madame Bovary" até que tá se tornando mais interessante.
E tô começando a me enjoar do joguinho que tenho jogado no celular, "Stack Attack".
Ontem Leo e eu vimos Trem da Vida. Que filme lindo! Muito sensível, bem-feito... vale a pena conferir :)
Registro aqui minha felicidade com prazer. Minha vida, eu sei, se tornará um tédio se eu não arranjar o que fazer até março, quando as aulas começam. Fora que eu não vou agüentar essa situação assim por muito tempo se eu não começar a fazer algo de útil para mais pessoas muito em breve. Mas, por enquanto, está tudo perfeito =))
e o Leo.. ele existe? =~))
Virei a noite, não consegui dormir. Vi tv.. e pensei: que linda se tornou a menina que contracena com Kate Winslet em "Almas Gêmeas"! Fiquei mesmo impressionada.
Pensei em várias outras coisas.. Em como é legal o último clipe do white stripes, com a Kate Moss. Pensei mto sobre o filme "Desejo Você" que passou pela madrugada no telecine. E, veja só.. não me incomodei com a natureza de meus pensamentos! Não me preocupei com absolutamente nada. Desfrutei da liberdade como há tempos não o fazia, por, simplesmente, não ter sido mais realmente livre há tempos. O vestibular é, sem sombra de dúvidas, uma grande porcaria que vc pode optar por enfrentar ou não. Eu tentei aturá-lo, em favor de um bem maior.. E deu certo :) Agora só tenho sentido tranqüilidade, paz.. E hei de aproveitar esse momento de ócio da melhor maneira possível, ou seja, como eu quiser :D
Pela manhã fui à unifor resolver umas coisas. Li enquanto esperava no DAE. "Madame Bovary" até que tá se tornando mais interessante.
E tô começando a me enjoar do joguinho que tenho jogado no celular, "Stack Attack".
Ontem Leo e eu vimos Trem da Vida. Que filme lindo! Muito sensível, bem-feito... vale a pena conferir :)
Registro aqui minha felicidade com prazer. Minha vida, eu sei, se tornará um tédio se eu não arranjar o que fazer até março, quando as aulas começam. Fora que eu não vou agüentar essa situação assim por muito tempo se eu não começar a fazer algo de útil para mais pessoas muito em breve. Mas, por enquanto, está tudo perfeito =))
e o Leo.. ele existe? =~))
Sábado, Fevereiro 07, 2004
PASSEI NA UFC. E O URSINHO TB.
vivaaaaaaaaaaaaaa :D
Estou muito feliz. É tão bom! O resultado saiu dia 4, mas ateh agora não consigo discernir se tenho vivido mesmo a realidade.. q parece sonho, de tão perfeita :~))
Não vou falar muito aqui sobre como sonhei duas vezes que eu não passava, inclusive na tarde em que saiu o resultado, ou sobre como, depois que acordei deprê por conta do pesadelo que tive na tarde da última quarta, tiago (que tb passou!, vivaaaaa!) me contou que a lista saiu e que ele passou (eeee! :D), sem falar nada de mim, o que me levou a acreditar que todos jah soubessem que "eu não passei" (quando o tiago, na verdade, tinha acabado de descobrir que a lista tinha saído.. e, ateh aquele momento, soh tinha conferido se seu nome constava dela! ;))) e não sabiam como me dizer e eu, então, me pus a chorar diante do computador enquanto a página da UFC abria e eu chegava, com meu mouse tosco, rapidamente à letra T, quando deparei com meu nomezinho lindo ali, na lista dos aprovados p/ direito diurno, e, em seguida, com o nomezinho lindo do leozinho meu amor, contido na mesma lista =~D
não vou falar mais sobre isso. Porque a tristeza profunda e a conseqüente felicidade plena, que vivi num mesmo dia, se fizeram perceber belas da mesma forma, principalmente por ter se seguido, à tristeza, a felicidade, que, de tão intensa, não permite que caibam aqui mais palavras sobre como tudo aconteceu.. só dá espaço para gritos, pulinhos e lágrimas (é.. sou boba mesmo e chorei também ao saber que tinha passado.. hehe), num blog, lamentavelmente, inexprimíveis. Como diria o Tiago, sabiamente (para variar.. hehe) : "É tão bom... Todos deviam um dia passar na UFC.". ;)
Acho que nós sentimos tanto assim por termos tido de passar pela situação inversa ano passado.. portanto, creio que eu possa falar sobre como é ruim não passar de primeira e sobre como é bom passar e dizer, aos que não passaram ainda, que não desistam daquilo que realmente querem por não terem sido aprovados até então.
vivaaaaaaaaaaaaaa :D
Estou muito feliz. É tão bom! O resultado saiu dia 4, mas ateh agora não consigo discernir se tenho vivido mesmo a realidade.. q parece sonho, de tão perfeita :~))
Não vou falar muito aqui sobre como sonhei duas vezes que eu não passava, inclusive na tarde em que saiu o resultado, ou sobre como, depois que acordei deprê por conta do pesadelo que tive na tarde da última quarta, tiago (que tb passou!, vivaaaaa!) me contou que a lista saiu e que ele passou (eeee! :D), sem falar nada de mim, o que me levou a acreditar que todos jah soubessem que "eu não passei" (quando o tiago, na verdade, tinha acabado de descobrir que a lista tinha saído.. e, ateh aquele momento, soh tinha conferido se seu nome constava dela! ;))) e não sabiam como me dizer e eu, então, me pus a chorar diante do computador enquanto a página da UFC abria e eu chegava, com meu mouse tosco, rapidamente à letra T, quando deparei com meu nomezinho lindo ali, na lista dos aprovados p/ direito diurno, e, em seguida, com o nomezinho lindo do leozinho meu amor, contido na mesma lista =~D
não vou falar mais sobre isso. Porque a tristeza profunda e a conseqüente felicidade plena, que vivi num mesmo dia, se fizeram perceber belas da mesma forma, principalmente por ter se seguido, à tristeza, a felicidade, que, de tão intensa, não permite que caibam aqui mais palavras sobre como tudo aconteceu.. só dá espaço para gritos, pulinhos e lágrimas (é.. sou boba mesmo e chorei também ao saber que tinha passado.. hehe), num blog, lamentavelmente, inexprimíveis. Como diria o Tiago, sabiamente (para variar.. hehe) : "É tão bom... Todos deviam um dia passar na UFC.". ;)
Acho que nós sentimos tanto assim por termos tido de passar pela situação inversa ano passado.. portanto, creio que eu possa falar sobre como é ruim não passar de primeira e sobre como é bom passar e dizer, aos que não passaram ainda, que não desistam daquilo que realmente querem por não terem sido aprovados até então.
Quarta-feira, Fevereiro 04, 2004
Phoenix - too young
Baby when I saw you turning at the end of the street
I knew a time was gone and it took me like ages
Just to understand that I was afraid to be a simple guy
I tried my best to smile but deep inside my heart
I felt it was shouting like a crowd dancing
I guess I couldn't live without the things that made my life what it is
Can't you hear it calling oh yeah
Everybody's dancin' oh yeah
Tonight everything is over
I feel too young
I can't lie on my bed without thinking I was wrong
But when this feeling calls this world becomes another... =~)
Nighttime won't hold me in your arms again
I got a very good friend who says he can't believe the love I give
Is not enough to end your fears
I guess I couldn't live without the things that made my life what it is
Can't you hear it calling oh yeah
Everybody's shakin' oh yeah
Tonight everything is over
I feel too young
Oh rainfalls and hard times coming they won't leave me tonight
I wish I knew what I was doing
Just do let this spirit survive
Can't you hear me calling oh yeah
I guess I couldn't live without the things that made my life what it is
Can't you hear me calling oh yeah
Everybody's dancing oh yeah
Tonight everything is over
I feel too young
Ontem foi aniversário da minha mãe. Saímos pra comer sushi. Foi lindo.
Tenho apresentado menos resistência à Unifor, mas não por conta dos professores (alguns sugam.. e como =/).. Talvez o ambiente tenha se tornado menos insuportável.. sei lá. E, sem dúvidas, é melhor estar lá do que em casa sem fazer nada.
Escutem "too young", acho excelente. Conseguiu a proeza de me animar nesses dias de chuva e de angústia por conta da situação indefinida em que me encontro (freqüentar a unifor esperando o resultado da ufc)..
Baby when I saw you turning at the end of the street
I knew a time was gone and it took me like ages
Just to understand that I was afraid to be a simple guy
I tried my best to smile but deep inside my heart
I felt it was shouting like a crowd dancing
I guess I couldn't live without the things that made my life what it is
Can't you hear it calling oh yeah
Everybody's dancin' oh yeah
Tonight everything is over
I feel too young
I can't lie on my bed without thinking I was wrong
But when this feeling calls this world becomes another... =~)
Nighttime won't hold me in your arms again
I got a very good friend who says he can't believe the love I give
Is not enough to end your fears
I guess I couldn't live without the things that made my life what it is
Can't you hear it calling oh yeah
Everybody's shakin' oh yeah
Tonight everything is over
I feel too young
Oh rainfalls and hard times coming they won't leave me tonight
I wish I knew what I was doing
Just do let this spirit survive
Can't you hear me calling oh yeah
I guess I couldn't live without the things that made my life what it is
Can't you hear me calling oh yeah
Everybody's dancing oh yeah
Tonight everything is over
I feel too young
Ontem foi aniversário da minha mãe. Saímos pra comer sushi. Foi lindo.
Tenho apresentado menos resistência à Unifor, mas não por conta dos professores (alguns sugam.. e como =/).. Talvez o ambiente tenha se tornado menos insuportável.. sei lá. E, sem dúvidas, é melhor estar lá do que em casa sem fazer nada.
Escutem "too young", acho excelente. Conseguiu a proeza de me animar nesses dias de chuva e de angústia por conta da situação indefinida em que me encontro (freqüentar a unifor esperando o resultado da ufc)..
Quinta-feira, Janeiro 29, 2004
Sobre o blog e sua manutenção: quero muito poder ter um sistema de comentários estável! =~PP
Tô ainda aprendendo a fazer coisinhas aqui. Sugestões são sempre bem-vindas ( pode-se deixá-las no flog ou ainda enviá-las por e-mail).
;D
Tô ainda aprendendo a fazer coisinhas aqui. Sugestões são sempre bem-vindas ( pode-se deixá-las no flog ou ainda enviá-las por e-mail).
;D
Fui ao ritz sábado. Noise 3D. Foi muito bom. Pude dançar como há tempos não o fazia. Fui com o Leo. Ele é maravilhoso. Curtimos bastante, só não foi perfeito porque, quando saímos da festa, o carro estava com o vidro quebrado, alarme acionado e vááários cds foram roubados. Não vou mais falar disso. Não adianta nada. Só é útil mesmo mencionar a importância de se ter cuidado ao escolher onde estacionar, especialmente em dias chuvosos e nas redondezas do dragão do mar.
Sobre a parte boa da noite: o ritz tava muito bom mesmo. Shows ótimos (belasco e vamoz), djs idem.. tocaram duas do radiohead (2 + 2 = 5 e idioteque), o que, a meu ver, faz jus ao respeito que se deve (!!)
(hehe ;D) ter, por essa banda especificamente, em festas assim. Dancei feliz. A seqüência de músicas tava, para mim, excelente.
Sobre a parte boa da noite: o ritz tava muito bom mesmo. Shows ótimos (belasco e vamoz), djs idem.. tocaram duas do radiohead (2 + 2 = 5 e idioteque), o que, a meu ver, faz jus ao respeito que se deve (!!)
(hehe ;D) ter, por essa banda especificamente, em festas assim. Dancei feliz. A seqüência de músicas tava, para mim, excelente.
Domingo, Janeiro 18, 2004
Blog em manutenção ainda..
;D
;D
Quarta-feira, Janeiro 14, 2004
felicidade e tristeza se confundem às vezes. A felicidade, no vazio que vivo agora, é ofuscada pela forte sensação de impotência perante o que acontece ao meu redor. Queria poder ver melhor. Queria ao menos ser feliz dançando, mas no momento nem isso dá. Quero ir ao Rio com urgência. Quero ver a Chica, o Fred e a Lu.
Terça-feira, Janeiro 13, 2004
- we could be heroes. -
A volta do morto.
Para os que sabem, da minha vida, apenas o pouco transmitido através deste blog (se existirem, devem ser poucos também.. heh ;)): muita coisa mudou.
muita coisa mesmo. Perdi um amigo e sinto por isso. Eu larguei a arquitetura, ao menos temporariamente, e tentei vestibular para direito. Leo e eu somos ursinhos (meu amor: =**). O modo com que encaro a vida mudou muito em pouco tempo. Um outro amigo, que se provou nunca na verdade ter sido um, não faz mais parte do meu universo, fato resultante de uma decepção que acabou por me ensinar muito e me fortalecer consideravelmente, também em pouco tempo. Tenho um flog (/isi_dahas). Tenho menos medo. Sinto mais saudade (Luisa eu te amo). Me sinto mais à vontade. Problemas em casa chegaram a um ponto em que uma solução de eficácia imediata se fez urgente. Provou-se que os diálogos são, confirmando minhas teorias, a melhor maneira de lidar com problemas.
Algumas coisas não mudaram: continuo totalmente disposta a resolver o que houver de mal resolvido e mal entendido. algumas manias chatas persistem (como arrancar a cutícula com as próprias unhas e às vezes me machucar com isso ), apesar de eu jah ter tido avanços consideráveis ao tentar concretizar o desejo de erradicá-las para todo o sempre (;D). Ainda sou preguiçosa. Ainda rio de besteiras que ninguém considera como sendo de fato engraçadas. E tenho, ainda, a típica leseira decorrente de muito sono ou de muito estudo.
Sinceramente, não pretendo expor, em posts, mais do que jah expus sobre alguns assuntos. Aqui se encontram textos que, em seqüência, trazem um pouco do que vivi e achei ok expor. A vida, entretanto, tem dessas peculiaridades que só dizem respeito mesmo a quem as vive. Portanto, creio jah ter apresentado o suficiente sobre o passado que este blog não chegou a retratar de alguma forma (de modo mais abstrato ou não).
acredito que continuarei a escrever aqui respeitando meus sentimentos, minha coerência e a deste meio de comunicação (gosto de manter qualquer coesão em tudo quanto venho a registrar) e a liberdade de expressar-me de modo tão espontâneo, subjetivo/abstrato, ambíguo ou surreal quanto eu achar conveniente.
Espero ter deixado claras as minhas boas intenções com relação ao ato de transmitir informações aqui. Aprendi como adicionar comentários (;DD) para que seja possível, a quem me lê, interagir comigo por aqui ou opinar sobre o que eu escrevo.
=**
A volta do morto.
Para os que sabem, da minha vida, apenas o pouco transmitido através deste blog (se existirem, devem ser poucos também.. heh ;)): muita coisa mudou.
muita coisa mesmo. Perdi um amigo e sinto por isso. Eu larguei a arquitetura, ao menos temporariamente, e tentei vestibular para direito. Leo e eu somos ursinhos (meu amor: =**). O modo com que encaro a vida mudou muito em pouco tempo. Um outro amigo, que se provou nunca na verdade ter sido um, não faz mais parte do meu universo, fato resultante de uma decepção que acabou por me ensinar muito e me fortalecer consideravelmente, também em pouco tempo. Tenho um flog (/isi_dahas). Tenho menos medo. Sinto mais saudade (Luisa eu te amo). Me sinto mais à vontade. Problemas em casa chegaram a um ponto em que uma solução de eficácia imediata se fez urgente. Provou-se que os diálogos são, confirmando minhas teorias, a melhor maneira de lidar com problemas.
Algumas coisas não mudaram: continuo totalmente disposta a resolver o que houver de mal resolvido e mal entendido. algumas manias chatas persistem (como arrancar a cutícula com as próprias unhas e às vezes me machucar com isso ), apesar de eu jah ter tido avanços consideráveis ao tentar concretizar o desejo de erradicá-las para todo o sempre (;D). Ainda sou preguiçosa. Ainda rio de besteiras que ninguém considera como sendo de fato engraçadas. E tenho, ainda, a típica leseira decorrente de muito sono ou de muito estudo.
Sinceramente, não pretendo expor, em posts, mais do que jah expus sobre alguns assuntos. Aqui se encontram textos que, em seqüência, trazem um pouco do que vivi e achei ok expor. A vida, entretanto, tem dessas peculiaridades que só dizem respeito mesmo a quem as vive. Portanto, creio jah ter apresentado o suficiente sobre o passado que este blog não chegou a retratar de alguma forma (de modo mais abstrato ou não).
acredito que continuarei a escrever aqui respeitando meus sentimentos, minha coerência e a deste meio de comunicação (gosto de manter qualquer coesão em tudo quanto venho a registrar) e a liberdade de expressar-me de modo tão espontâneo, subjetivo/abstrato, ambíguo ou surreal quanto eu achar conveniente.
Espero ter deixado claras as minhas boas intenções com relação ao ato de transmitir informações aqui. Aprendi como adicionar comentários (;DD) para que seja possível, a quem me lê, interagir comigo por aqui ou opinar sobre o que eu escrevo.
=**
Segunda-feira, Junho 16, 2003
Provas finais na faculdade. Fim de semestre. Clima deprê em casa.
baaaah
nessas horas dá vontade de fugir e de voltar só no início do semestre que vem.
Mas só dá vontade. Tenho pensado menos nos problemas que nas soluções para os mesmos.
Por incrível que pareça.
baaaah
nessas horas dá vontade de fugir e de voltar só no início do semestre que vem.
Mas só dá vontade. Tenho pensado menos nos problemas que nas soluções para os mesmos.
Por incrível que pareça.
Sábado, Junho 14, 2003
dan:
=******
;D
...du bist wie eine Feder in einer wunderschönen Welt.
=******
;D
...du bist wie eine Feder in einer wunderschönen Welt.
Quarta-feira, Junho 11, 2003
o leo tentou me apelidar de clorofila hoje.
se fudê.
;D
se fudê.
;D
Quarta-feira, Junho 04, 2003
Encontrei um texto meu escrito quando os EUA começaram a atacar o Iraque. Não sei ainda porque eu o exponho aqui. Deve ter a ver com um desejo de tirar de mim de vez um fruto de uma tristeza profunda, que eu, na época, se não o produzisse, talvez tivesse ficado ainda pior do que já estava.
Que bom que eu não tenho mais me sentido impelida a escrever para aliviar alguma dor. Realmente não faço questão de escrever mais coisas dessa natureza.
Obs.: Entenda-se como respeitados os recursos mais impulsivos que empreguei ao escrever, isto é, hoje em dia eu mudaria várias coisas.
------------------------------------------
Uma mulher resolveu parir.
Sim, do nada, ela resolveu parir. Não sabia o que estaria por sair de seu corpo inútil, mas acabou dando à luz um monte de pedacinhos de gente e foi moldando-os conforme a sua vontade depois que a terrível dor cessou por uns instantes. Formou sua própria criaçãozinha, uma outra mulher feita à sua imagem e semelhança, condizente com tudo o que ela entendia por perfeição.
As duas mulheres se davam muito bem, ao menos inicialmente. Inicialmente = período antecedente à Grande Discórdia entre as primitivas mulheres, a grande e a pequena.
Tal discórdia decorreu do simples fato de a mulher pequena não entender porque, sendo tão idêntica à sua criadora, deveria permanecer menor que a outra.
No que a grande mulher retrucou que ela não tinha do que reclamar, já que só havia as duas ali mesmo e ninguém nunca se importaria com tamanhos.
Mas a pequena resolveu sumir. Foi embora e se deixou cair no chão de forma que se fragmentasse de novo, assumindo forma de vários pequenos seres imperfeitos.
A mulher grande chorou bastante, pois sabia que nunca conseguiria reunir todas aquelas pequenas partes num mesmo ser. Sua grande obra de arte se perdera de si mesma.
Então a mulher desabou por estar com sono. Fraquejou, mesmo. Sentia-se a grande mulher que errou, e que, sem dúvidas, acabaria por ser perdoada e se sentiria humilhada por isso.
Quis se bater, se fazer mal. Por fim, suicidou-se.
O tempo passou e os fragmentos de mulher pequena foram descobrindo meios de se reproduzir. Viraram tantos, que o espaço em que viviam começou a ser disputado a guerras, assim como os recursos do meio em que viviam. Encarnavam o espírito de eterna insatisfação da mulher pequena e fragmentada e, por mais que vivessem bem e, às vezes, conseguissem manter um bom relacionamento uns com os outros, havia sempre um desejo reprimido por autodestruição como solução de seu problema original, a dor do ser pequeno, a vontade de não existir como se é. As coisas foram então, naturalmente, piorando e...
Here we are.
(O que houve antes do agora é irrelevante, pois não há mais nada mesmo. Portanto, o que eu criar como sendo o antes pode valer tanto quanto o que realmente houve, já que o passado em si não conta mais. Pelo menos não para aqueles que têm o poder, de decisão inclusive, sobre os demais, para os quais o passado deveria servir ao menos de lição. Posso, então, simplesmente prosseguir, contando como as coisas se sucedem, pela lógica, pela simples idéia de causa e efeito.)
Não há mais ninguém para contar história, devido ao grande número de suicídios e de atitudes impensadas tomadas por conta do nervosismo que abalou a todos. Na verdade, nem História há mais.
E se resta aqui qualquer coisa, é apenas por causa de pingos de vida que molham de leve um cadáver estúpido, o meu, a lhes contar suas memórias e a grande perda da humanidade.
Obviamente, quem chegar a ler isto o fará por estar vivo, e certamente não conseguirá entender tal pessimismo. Mas não tenho de ser compreendida pelos falsos vivos, que vivem suas vidas desde sempre destruídas, até mesmo desde que foram concebidas por mães igualmente destruídas desde o seu próprio parto, este por sua vez resultante de forças acumuladas num outro ventre fértil e maior, que simplesmente cuspiu um mar de vida e depois resolveu sumir, um ventre de uma deusa morta, um útero podre capaz de produzir um novo bushinho tão estúpido quanto o outro que o co-produziu, por sua vez estúpido como a idéia da vida com guerra em si.
Sim, estamos todos mortos desde já. Desde a nascença. Desde o primeiro suspiro de um Hitler de merda que existe, de alguma forma, em cada um de nós e que se sobrepõe a qualquer noção de bem, logo que se deixa de acreditar em deus (ou quando se percebe que deus está morto), porque, enfim, somos fracos e sem deuses nos matamos mas por eles definhamos e é tudo muito paradoxal e tão inconcebível quanto este texto em si.
Que bom que eu não tenho mais me sentido impelida a escrever para aliviar alguma dor. Realmente não faço questão de escrever mais coisas dessa natureza.
Obs.: Entenda-se como respeitados os recursos mais impulsivos que empreguei ao escrever, isto é, hoje em dia eu mudaria várias coisas.
------------------------------------------
Uma mulher resolveu parir.
Sim, do nada, ela resolveu parir. Não sabia o que estaria por sair de seu corpo inútil, mas acabou dando à luz um monte de pedacinhos de gente e foi moldando-os conforme a sua vontade depois que a terrível dor cessou por uns instantes. Formou sua própria criaçãozinha, uma outra mulher feita à sua imagem e semelhança, condizente com tudo o que ela entendia por perfeição.
As duas mulheres se davam muito bem, ao menos inicialmente. Inicialmente = período antecedente à Grande Discórdia entre as primitivas mulheres, a grande e a pequena.
Tal discórdia decorreu do simples fato de a mulher pequena não entender porque, sendo tão idêntica à sua criadora, deveria permanecer menor que a outra.
No que a grande mulher retrucou que ela não tinha do que reclamar, já que só havia as duas ali mesmo e ninguém nunca se importaria com tamanhos.
Mas a pequena resolveu sumir. Foi embora e se deixou cair no chão de forma que se fragmentasse de novo, assumindo forma de vários pequenos seres imperfeitos.
A mulher grande chorou bastante, pois sabia que nunca conseguiria reunir todas aquelas pequenas partes num mesmo ser. Sua grande obra de arte se perdera de si mesma.
Então a mulher desabou por estar com sono. Fraquejou, mesmo. Sentia-se a grande mulher que errou, e que, sem dúvidas, acabaria por ser perdoada e se sentiria humilhada por isso.
Quis se bater, se fazer mal. Por fim, suicidou-se.
O tempo passou e os fragmentos de mulher pequena foram descobrindo meios de se reproduzir. Viraram tantos, que o espaço em que viviam começou a ser disputado a guerras, assim como os recursos do meio em que viviam. Encarnavam o espírito de eterna insatisfação da mulher pequena e fragmentada e, por mais que vivessem bem e, às vezes, conseguissem manter um bom relacionamento uns com os outros, havia sempre um desejo reprimido por autodestruição como solução de seu problema original, a dor do ser pequeno, a vontade de não existir como se é. As coisas foram então, naturalmente, piorando e...
Here we are.
(O que houve antes do agora é irrelevante, pois não há mais nada mesmo. Portanto, o que eu criar como sendo o antes pode valer tanto quanto o que realmente houve, já que o passado em si não conta mais. Pelo menos não para aqueles que têm o poder, de decisão inclusive, sobre os demais, para os quais o passado deveria servir ao menos de lição. Posso, então, simplesmente prosseguir, contando como as coisas se sucedem, pela lógica, pela simples idéia de causa e efeito.)
Não há mais ninguém para contar história, devido ao grande número de suicídios e de atitudes impensadas tomadas por conta do nervosismo que abalou a todos. Na verdade, nem História há mais.
E se resta aqui qualquer coisa, é apenas por causa de pingos de vida que molham de leve um cadáver estúpido, o meu, a lhes contar suas memórias e a grande perda da humanidade.
Obviamente, quem chegar a ler isto o fará por estar vivo, e certamente não conseguirá entender tal pessimismo. Mas não tenho de ser compreendida pelos falsos vivos, que vivem suas vidas desde sempre destruídas, até mesmo desde que foram concebidas por mães igualmente destruídas desde o seu próprio parto, este por sua vez resultante de forças acumuladas num outro ventre fértil e maior, que simplesmente cuspiu um mar de vida e depois resolveu sumir, um ventre de uma deusa morta, um útero podre capaz de produzir um novo bushinho tão estúpido quanto o outro que o co-produziu, por sua vez estúpido como a idéia da vida com guerra em si.
Sim, estamos todos mortos desde já. Desde a nascença. Desde o primeiro suspiro de um Hitler de merda que existe, de alguma forma, em cada um de nós e que se sobrepõe a qualquer noção de bem, logo que se deixa de acreditar em deus (ou quando se percebe que deus está morto), porque, enfim, somos fracos e sem deuses nos matamos mas por eles definhamos e é tudo muito paradoxal e tão inconcebível quanto este texto em si.
Terça-feira, Junho 03, 2003
música do dia.
Sebadoh - Dreams
In my dreams I react as my true self
And I learn humility
Twisted moral planes
As real as circumstance, each night I dance with primal urges
Pornographic scenes
That always start as they are ending
In my dreams I walk with my true friends
We discover secrets; we run through our lives
Everything is twisted like abyss
To the past and distant future
I'm prepared for some big show
Tried to arrive but I moved too slow
Something's wrong when someone died
Then I opened up my eyes
Something's wrong when someone died
Then I opened up my eyes..
eu tenho dormido horrores. e sonhado coisas bizarras. tá tudo meio confuso, faculdade, futuro, há problemas em casa, emotional landscapes puzzle me, you know.. mas há vc tb. and, oah, life is good.
(=
Sebadoh - Dreams
In my dreams I react as my true self
And I learn humility
Twisted moral planes
As real as circumstance, each night I dance with primal urges
Pornographic scenes
That always start as they are ending
In my dreams I walk with my true friends
We discover secrets; we run through our lives
Everything is twisted like abyss
To the past and distant future
I'm prepared for some big show
Tried to arrive but I moved too slow
Something's wrong when someone died
Then I opened up my eyes
Something's wrong when someone died
Then I opened up my eyes..
eu tenho dormido horrores. e sonhado coisas bizarras. tá tudo meio confuso, faculdade, futuro, há problemas em casa, emotional landscapes puzzle me, you know.. mas há vc tb. and, oah, life is good.
(=
Quinta-feira, Maio 29, 2003
Pedro the Lion - Options
we were walking, holding hands
with our bare feet in the sand
and the seagulls overhead
when i broke the spell and said
"i could never divorce you without a good reason
though i may never have to, it's good to have options
but for now i need you
but for now i need you
but for now i need you
but it was only in my head because no one ever says
what they really mean to say when there's that much at stake
so i told her i loved her and she told me she loved me
and i mostly believed her and she mostly believed me..
e na seqüência, sondre lerche - side two. Mas eu não to chorando ainda não. ;D
(just worried about you... hoping everything works out fine..)
- es tut mir auch weh wenn es dir weh tut. -
=~*
we were walking, holding hands
with our bare feet in the sand
and the seagulls overhead
when i broke the spell and said
"i could never divorce you without a good reason
though i may never have to, it's good to have options
but for now i need you
but for now i need you
but for now i need you
but it was only in my head because no one ever says
what they really mean to say when there's that much at stake
so i told her i loved her and she told me she loved me
and i mostly believed her and she mostly believed me..
e na seqüência, sondre lerche - side two. Mas eu não to chorando ainda não. ;D
(just worried about you... hoping everything works out fine..)
- es tut mir auch weh wenn es dir weh tut. -
=~*
Who´s bad? >:)

You are The Twins, from "The Matrix."
Bad, but with a sexy streak- surprisingly
refreshing. You know what you want, when you
want it.
What Matrix Persona Are You?
brought to you by Quizilla
eu queria ser a trin..
até ver reloaded! hahaha
(kidding)

You are The Twins, from "The Matrix."
Bad, but with a sexy streak- surprisingly
refreshing. You know what you want, when you
want it.
What Matrix Persona Are You?
brought to you by Quizilla
eu queria ser a trin..
até ver reloaded! hahaha
(kidding)
